sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Matemática

O espaço se apresenta para a criança de forma essencialmente prática: ela constrói suas
primeiras noções espaciais, por meio dos sentidos e dos movimentos.
Esse espaço percebido pela criança - espaço perceptivo - possibilitará a ela, mais adiante, a
construção de um espaço representativo.
O espaço que percebemos é o espaço que contém objetos perceptíveis por meio dos
sentidos - um espaço sensível.
Pode-se então dizer que a Geometria parte do mundo sensível e o estrutura no mundo
geométrico - dos volumes, das superfícies, das linhas, dos pontos.
Piaget distingue o espaço perceptivo ou sensório-motor (conhecimento dos objetos
resultando de um contato direto com eles) e o espaço representativo (que ocorre quando se
evoca os objetos em sua ausência ou quando se completa seu conhecimento perceptivo por
referência a outros objetos não percebidos no momento).
Muito relevante o tempo em que damos para que através do brincar e das experiências do corpo as crianças possam desenvolver e internalizar os conceitos matemáticos e de fato assimilarem as aprendizagens.

MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O conhecimento dos conceitos da matemática foi de grande importância uma vez que tem me permitido refletir como superficialmente nos aprofundamos em tais temáticas.
Aprender a geometria  no que diz respeito ao espaço e á forma é algo mais comumente feito em sala de aula de educação infantil e trago algumas imagens que mostram uma atividade em que desconstruí a sala de aula e a refizemos em outro espaço menor e utilizando os móveis/brinquedos que já estavam em nossa sala de aula.
Acriança compreende os conceitos matemáticos através das vivencias corporais e sensoriais.
“O espaço que percebemos é o espaço que contém objetos perceptíveis por meio dos sentidos - um espaço sensível


Neste tempo pudemos vivenciar os conceitos de: dentro, fora, em cima, embaixo, além de desenvolvermos a ideia de construímos um espaço que antes estava diferente, sofrendo ações das próprias crianças para esta modificação de espaço.



Trechos extraídos das páginas 29 à 32 do livro de PIRES, Célia M. C. Espaço e Forma: a construção de
noções geométricas pelas crianças das quatro séries iniciais do Ensino Fundamental. São Paulo: PROEM,
2000.

As interessantes perguntas que as crianças fazem!

Meus alunos do primeiro ano tinham dúvidas a respeito do que acontecia quando vinha à noite para onde o sol se dirigia. Assim como o sol se mexia?  E como era feita a nossa sombra.
Agrupei essas e começamos então a pensar sobre elas.
Em casa com minhas filhas questionei sobre as sombras e porque elas existiam. Elas disseram que era um pedaço de nós que ficava no chão que formava a sombra.  Eu perguntei, mas a sombra é só de pessoas então?  É elas disseram que não de qualquer coisa é que precisava de sol para existir.
Na escola fizemos o exercício da sombra a partir da observação de dinossauros no pátio e a sombra que faziam no pátio.
Depois de observarem os alunos desenharam a forma dos animais nas folhas de ofício e deixamos os animais nesta posição.
No final da tarde voltamos ao mesmo local e os alunos perceberam que a sombra dos dinossauros havia mudado de direção.
Na sala de aula conversamos sobre o que acharam destas possibilidades.
O que vocês acharam que aconteceu para a sombra ter mudado de lugar?
·      Alguns acharam que outras crianças mexeram nos dinossauros
·      Outros que eles se mexeram
·      Outros que o chão girou e se mexeu

·      E outros que as nuvens se mexeram!!








Roteiro de passeio em Porto Alegre!


Na interdisciplina de Estudos Sociais fomos desafiados a relaizamos um passeio a algum museu e eu relizei esta visita com minhas filhas no Solar dos Câmara na cidade Porto Alegre RS.
Segue abaixo um roteiro de estudos sobre este passeio.
1) Nome completo do lugar visitado:  Solar dos Câmara
2) Endereço e contato:
Pça. Mal. Deodoro, 101 - Porto Alegre/R
 Fones:(51)3210-2037 / (51)3210-2047
E-mail: dc.reservas@al.rs.gov.br
O Solar dos Câmara está localizado na rua Duque de Caxias, 968, centro de Porto Alegre. O início de sua construção data de 1818, em razão de servir como residência ao chefe da Alfândega do Rio Grande do Sul e Santa Catarina na época, José Feliciano Fernandes Pinheiro. O processo de sua edificação se deu até 1824. Desta forma, é o prédio residencial mais antigo da capital gaúcha. No ano de 1963, a casa foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e, em 1981, adquirida pela Assembleia Legislativa. O processo de sua restauração ocorreu entre 1989 e 1993, quando então é inaugurada a reciclagem do prédio como espaço cultural.
3) Informações para a visita (cobra ingresso ou não, aceita grupos)
Não cobra ingresso e para receber grupos é necessário fazer o agendamento prévio.
4) Possui atividades educativas (tem material, dossiês, fornece oficinas, visitas guiadas?)
Observei que existe acervo com móveis e livros além de alguns materiais de porcelanas que foram localizadas nas escavações.
5) Dicas em geral para quem quiser levar seus alunos lá no futuro.
Penso que com agendamento um profissional poderia dar dados mais precisos sobre o local.

6) Inserir fotos e imagens

Fotografia como marco de tempo!


Para as crianças da faixa etária entre seis e oito anos é necessária uma proposta em que as crianças possam a partir de suas dúvidas criarem novas possibilidades de investigação.
Levei aos alunos fotografias antigas da minha família e da minha colega de escola.
Os alunos observaram e criamos assim perguntas sobre elas:
·       Por que usavam tinta?
·       Por que não riam nas fotos?
·       Será que quem tirou as fotos já morreu?
·       Como faziam pra tirar fotos?
No outro dia visitamos a loja de um dos fotógrafos mais antigos da cidade de NH e que fez inclusive, a minha foto de seis anos que eu havia mostrado aos alunos.

Visitamos e o senhor Lino nos contou como começou a fotografar há 40 anos e quais eram as máquina que utilizava.




Ciências naturais na sala de aula

A Ciência natural na sala de aula deveria ser um ato prioritário uma vez que somos homens naturais e nossa relação com o ambiente, que é natural, também está posto.

Se tudo assim permeia o meio natural, trabalhar ciências, no sentido da descoberta lúdica deveria estar no cotidiano das salas de aula para que tanto os alunos, quanto os adultos possamos nos compreender e ir além das amarras do pensamento formatado.


Observar e ouvir são ações que precisam também ser exercidas pelos docentes para melhorarmos a seleção dos conteúdos que precisamos realmente agregar na vida acadêmica de nossos alunos.


Vídeo sobre a história da cidade de Novo Hamburgo.


Conhecer a História de uma cidade através da fotografia é um desafio pois a imagem revela algo subjetivo que remete a um tempo que não se pode mais voltar nem mensurar as questões emocionais que nele se vivenciou.
No vídeo que apresento acima segue um pouco da história da cidade em que vivo: Novo Hamburgo e como a mesma se revela ao longo de sua trajetória.