domingo, 8 de novembro de 2015

Emília Ferreiro e a alfabetização


A ideia de ambientes alfabetizadores tinha pra mim outro sentido , e através da Interdisciplina Fundamentos da Alfabetização, e os textos nela estudados, vieram a melhor me esclarecer. Muito mais do que palavras e listas de coisas espalhados pela sala o ambiente deve propiciar a interação e a vontade do aluno em conhecer e ampliar os seus conhecimentos.
Investigar a pré-história da escrita do aluno nos faz perceber que ele já possuía
uma forma de expressão que não era a da linguagem convencional mas era já uma forma de expressão.
A partir de textos e reflexões a partir de Emília Ferreiro, observei algo muito importante para mim que atuo na periferia: é a questão que alunos ricos e pobres são igualmente inteligentes e capazes porém eles dominam conhecimentos diferentes. Entender este conceito nos possibilita compreender melhor e não subjugar as culturas diferentes.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Aprendendo a ALFABETIZAR!!!



A professora chaga diante de uma turma de crianças de 6 a 7 anos e diz: Hoje vamos aprender o ALFABETO! Mas para a minha surpresa o alfabeto era em árabe!
Na interdisciplina de Fundamentos da Alfabetização fui apresentada a imagens de letras árabes e em uma dinâmica muito especial a Professora Ana Rangel nos fez refletir sobre esse contato da criança com o mundo letrado.
Quando me deparei com aquele conjunto de letras fiquei tentando adivinhar e associar as palavras as imagens que estavam ao lado das escritas, o que de fato os meus alunos de primeiro ano fazem quando iniciam a alfabetização.
FOI MUITO BOM ESTAR NO LUGAR DOS MEUS ALUNOS!!!


É necessário muito mais do que quadro, giz e letras penduradas em um varal para que os alunos de fato se alfabetizem.
Existem uma série de aspectos necessários para que haja este processo e a criança possa ler e compreender o mundo letrado. 
Aspectos neuronais, estruturais, sociológicos, organizacionais, psicogenéticos e funcionais fazem parte desta complexidade chamada ALFABETIZAÇÃO.

Quanto mais estímulos e a compreensão de processos prévios os professores tiverem melhores serão os resultados desta ação de alfabetizar.


terça-feira, 15 de setembro de 2015

AS CRIANÇAS NA MÍDIA.


Pensando nas imagens de crianças que aparecem na mídia me deparei com esta imagem que vem bem a contemplar a realidade de milhares de crianças que estão sendo veiculadas na mídia.

Poderia escrever sobre o consumismo infantil, ou até mesmo sobre a adultização da infância mas, prefiro me ater ao poder e a comoção que uma criança causa na mídia a partir de uma imagem que mostra a negação da felicidade em uma época cronológica em que ela deveria estar desfrutando de uma infância feliz e desprovida de dor e sofrimento.
A imagem que utilizei é do fotógrafo Christian Als Dinamarca  que obteve uma menção honrosa pela UNICEF foto intitulada "Infância em ruínas". Mostra menino chamado Abdel seis anos durante a guerra que durante 22 dias o exército israelense lutou contra o Hamas na Faixa de Gaza no início de 2009. Durante os ataques aéreos mataram cerca de 1.400 pessoas.
As crianças podem ser alvo tanto do mercado publicitário pois sabem que influenciam a decisão dos pais na compra de produtos, quanto podem ser alvo dos conflitos produzidos pelos adultos que não as poupam de tais sofrimentos. 
As crianças de toda forma são ALVOS... isso mostra, assim como nos diz Calligari  "As crianças têm dois deveres. Um, salutar, é o dever de crescer e parar de ser crianças. O outro, mais complicado, é o de ser felizes, ou melhor, de encenar a felicidade para os adultos"
A entrada na vida adulta faz muitos de nós colocarmos a nossa vivência infantil em alguma caixinha remota de nossas memórias!

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Workshop Seminário Integrador I



A escrita do trabalho para o workshop foi um momento em que trouxe à tona o conhecimento adquirido ao longo de todo o semestre assim como um tempo de aprender mais ainda com as produções de nossas colegas de curso.
A síntese produzida para o texto do trabalho e a elaboração dos slides a serem apresentados exigiu uma retomada dos estudos realizados e dedicação para poder sintetizar ao máximo o trabalho de modo que pudesse , dentro dos limites propostos, apresentar de forma sucinta e objetiva as aprendizagens do semestre.
Um dos pontos que gostei muito de ter estudado foi na Etnofotografia que é um instrumento de observação dentro da sociologia porém que pode ser abordado em todas as áreas. As imagens nos revelam histórias que vão além das palavras que podem relatar as situações.
Compartilhar de experiências gera um grande resultado e poder dividir as ansiedades da preparação com o alívio da apresentação concluída também foi muito marcantes neste trabalho.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Workshop Seminário Integrador I

https://www.youtube.com/watch?v=JrpvVpCOZlo&feature=youtu.be

A apresentação do Workshop foi um momento de grande nervosismo mas que, à medida em que as colegas faziam as suas apresentações pude perceber que poderia estar mais tranquila e desfrutar desse momento de trocas.
Uma grade teia de aprendizagens foram estabelecidas neste tempo oportunizando que reforçássemos os nossos conceitos aprendidos em aula e em especial perceber como amaduremos nossos pensamentos sobre a educação mediante os vídeos e textos que lemos ao longo deste semestre.
Posto o vídeo de apresentação que usei no trabalho e fica o sentimento de que ... valeu a pena!!!



quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Workshop Seminário Integrador I




A preparação para o primeiro Workshop do Seminário Integrador I foi bastante intenso porém recompensador.
O maior desafio sem dúvida foi lidar com a ansiedade do novo, com a incerteza a cerca das exigência a serem pedidas e meu desempenho ao longo da apresentação oral.
A seleção da temática foi tranquila uma vez que no decorrer do semestre, ao me deparar com a temática da Etnofotografia, eu fiquei já decidida a seguir nesta linha de pesquisa.
Alguns dias de dedicação e preparação para iniciar a escrita do trabalho e em seguida a preparação da apresentação oral.

terça-feira, 21 de julho de 2015

O professor e a sua comunidade escolar.

A relação do professor com a comunidade é de compreender inicialmente esse contexto em que se está para que a sua percepção de sociedade e de mundo não venha a impedir que o aluno se desenvolva.
entender o tempo e o espaço em que se está é essencial evitando julgamentos que coloque o educando e sua cultura como estando abaixo do que se espera como padrão cultural aceito na escola.
A escola é espaço de encontro cultural e também de estabelecimento de conteúdos que possam ser desenvolvidos de modo a projetar estas diferentes pessoas a um patamar de aprendizagem podendo assim, formalizar os saberes coletivos e se inserirem na comunidade.
Oportunizar encontros entre setores da comunidade e a escola oportunizam também grandes momentos de aprendizagem a todos!
Os alunos da minha turma vivenciaram um momento encantador ao assistirem o Concerto didático da Orquestra da Ulbra, onde alunos pela primeira vez escutaram o som de violinos e flautas.
Um grande momento!!