Ao longo de algumas leituras para a interdisciplina de Psicologia da vida adulta, encontramos umas dicas importantes para melhorar a qualidade de vida da pessoa com
TDAH:
ü Para lidar com a distração e a falta
de atenção é importante criar hábitos e estratégias que possam organizar a sua
rotina.
ü Utilizar uma agenda ajuda organizar
os horários. Colocar o lembrete do celular para não esquecer dos compromissos,
e evitar atrasos.
ü Fazer listas, anotar o que for
importante
ü Definir lugar para objetos, como
chaves por exemplo, e guardar o que não está sendo utilizado.
ü Evitar deixar para depois tarefas
importantes.
ü Evitar a procrastinação.
ü Definir prioridades
ü Usar relógio e disponibilizar mais
tempo para compromissos e tarefas, para ter mais tempo para se organizar,
evitando atrasos e correria.
ü Aprenda a dizer não. A impulsividade
do adulto com TDAH pode fazer com que ele aceite vários projetos ao mesmo tempo
de uma só vez, sem uma avaliação adequada e ponderada se ele vai conseguir de
fato dar conta de tudo. Então, verifique a agenda para ver se realmente pode
aceitar aquele compromisso de maneira que isso não vai te prejudicar.
Devido a impulsividade e
desatenção a pessoa com TDAH pode criar um círculo vicioso de poucas horas de
sono, péssimos hábitos alimentares e baixa prática de atividades físicas. É
preciso se policiar observando o seguinte:
ü Dormir bem - Poucas horas de sono
aumenta os sintomas do TDAH criando maior dificuldade para se concentrar e
prejudicando a memória. Deve-se evitar tomar cafeína antes de dormir, evitar
fazer exercícios físicos de duas a três horas antes de dormir. Criar uma boa
rotina de sono.
ü Alimentar-se corretamente - Comer bem
diminui a distração, ajuda a diminuir a hiperatividade, ajuda nos níveis de
estresse. Alimentar-se de 3 em 3 horas em pequenas porções, ingeri pouco
açúcar, podem ajudar diminuir a intensidade dos sintomas do TDAH.
ü Praticar exercícios físicos – a
prática de exercícios físicos ajuda aliviar o estresse, acalmar a mente e ainda
vai queimar um pouco daquele excesso de energia que a pessoa com TDAH tem.

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